À semelhança de outros países, com indústria automóvel, o Japão, também criou as asuas próprias competições automóveis, baseadas nos regulamentos FIA mas, adaptadas à sua realidade e às suas necessidades.
Talvez por isso, o Super GT, é a competição automóvel mais importante do país do Sol Nascente e, o mais importante campeonato de GT's disputado fora dos mundiais FIA ou equivalentes europeus e americanos.
Na classe rainha, a GT500, Honda, Nissan e Lexus, através de equipas directamente apoiadas por si, disputam intensamente cada uma das provas porque, o que está em jogo, não é só a vitória em pista, mas também a honra e o bom nome de cada uma das marcas.
Para que isso aconteça, o investimento em tecnologia, desenvolvimento e pilotos tem de estar à altura do desafio, sendo normal ver nas boxes, quer técnicos, quer pilotos, oriundos um pouco de todo o mundo, de modo a que nada seja deixado ao acaso.
No Super GT da R4, os Honda NSX-GT de Pedro O'connor e Carlos O'connor dominaram os acontecimentos na prova inaugural, em Suzuka, ocupando as duas posições cimeiras, á frente do Nissan GT-R de Miguel Lopes.
Mas, como uma prova, não são provas, Okayama, representa um novo desafio, onde muito pode acontecer.