Não se pode dizer que, a grelha de partida fosse das mais concorridas do Challenge. Mas, no que toca à qualidade da prova, foi sem dúvida, um dos pontos altos da temporada e, o modo ideal de encerrar a competição e encontrar o campeão.
Quando A. Caetano conquistou a pole-position, parecia que o destino da corrida estava traçado. Só que, à saida da primeira curva do circuito de Albert Park, em Melboune, na Austrália, o lider do challenge, estava apenas em 3º lugar, com Carlos Costa na liderança, seguido por, um algo surpreendente Duarte Vieira.
Nos escapes deste grupo, à espreita de uma oportunidade de ultrapassagem, surgia António Mascarenhas, com Noel Coelho a curta distância.
Para animar ainda mais as contas do challenge, durante a 3ª volta, Carlos Costa faz um erro (que repetiria na volta seguinte), desce para 4º lugar e, Duarte Vieira, a continuar a surpreender, lidera durante duas voltas, até Caetano conseguir ascender à liderança, despedir-se dos restantes pilotos e controlar a corrida até ao final.
Atrás do futuro vencedor, Carlos Costa, voltava a recuperar terreno, suplantava D. Vieira e, tentava até ao final alcançar Caetano, o que não viria a conseguir.
António Mascarenhas, após alguns desentendimentos com os correctores e os muros da pista, acabava por terminar em 4º lugar, à frente de um Paulo Rebelo, com ainda maiores problemas com a pista australiana.
Pelo caminho, ficava Noel Coelho que, após um embate mais forte com os muros, viu uma suspensão partida, retirar-lhe a possibilidade de continuar em prova.
Por motivos semelhantes, Tiago Guerreiro, 3º classificado no Challenge à partida para a prova, ficava-se pela volta de formação da grelha, facilitando assim, a subida de Duarte Vieira a essa classificação final.
Após um curto período de pausa e preparação, está já agendado o regresso da formulaBS, desta vez, com uma competição de outro continente.