"Limpeza Geral", é o que Caetano, no Corvette nº 2 e a substituir um piloto, fez em Laguna Seca: pole-position, volta mais rápida, liderança da primeira à ultima volta, vitória e.................uma volta de avanço sobre os demais ocupantes do pódium.Fica tudo dito, não? Nem a vantagem de estar a correr sem lastro é mancha para a prestação do piloto.
Se, nos GT1, a corrida não teve grande história, já nos GT2, só nas ultimas voltas de prova, foi possivel avançar o nome de Pedro O'Connor, em BMW M3, para o de futuro vencedor da corrida.
GT1
Sobre o dominio de Alexandre Caetano, nada mais há a dizer e, o mesmo pode ser dito sobre o segundo lugar de Miguel Machado, no Maserati MC12: igualmente, da primeira à ultima volta.
Aquilo que se espera de uma prova em circuito, as lutas, as ultrapassagens e a "pintura riscada" ficaram reservadas para as posições seguintes, com Mário Esteves, no outro Maserati da TMM, a conseguir assegurar mais uma subida ao pódium, à frente de Christian Manzini (Lamborghini Murcielago/Big Foot), João Silva (Lamborghini Murcielago/Big Foot) e Pedro Santos (Aston Martin DBR9/CMS).
Pelo caminho, ficavam Daniel Gaspar (Chevrolet Corvette C6-R/Morabia) e, Tiago Rodrigues (Chevrolet Corvette C6-R/Morabia) que, durante grande parte da corrida ocupou o terceiro posto.
GT2
No reino dos BMW M3, Ferrari 360 e Porsche 997, Laguna Seca foi mais uma corrida para recordar, principalmente para Pedro O'Connor que, conseguia a sua primeira vitória.
Outra nota de destaque é o facto de em quatro provas serem quatro os vencedores diferentes. Já não falando dos nomes que, mesmo tendo passado pelas primeiras posições, ainda não conseguiram terminar num dos três primeiros lugares. Mais animação e competitividade, é impossivel e, adivinha-se luta até à ultima prova, por todas as posições finais do campeonato.
Partindo da pole, Alberto Santos, começou por fazer o que lhe competia, liderando durante as voltas iniciais. No entanto, alguns desentendimentos com outros concorrentes e, mais tarde, problemas de ligação, levavam o piloto do Ferrari da CMS a nova desistência.
Libertos desta presença, um extenso pelotão de BMW M3, passava a lutar pela liderança, sendo apenas "arbitrado" pelo Ferrari do então, lider do campeonato, Nuno Martins.
Durante toda a prova, Pedro O'Connor, Pedro Louro, Miguel Cardoso, Rui Paiva, Carlos Costa e Pedro Mouga, lutaram directamente, com diferenças minimas, por cada metro de asfalto disponivel, defendendo como podiam cada posição conquistada.
Ao baixar da bandeira, O'Connor (BMW M3/Lynx Racing Team), assegurava direito ao degaru mais alto do pódium na frente de Louro (BMW M3/MRCorse) e Cardoso (BMW M3/Koimbras Klanhouse)