Nem o lastro correspondente a 2 vitórias (em duas provas disputadas), foi suficiente para impedir nova vitória de Ricardo Garrido, no Corvette número 1. A facilidade com que o piloto tem dominado cada umas das provas, leva a vaticinar uma tarefa bastante dificil para todos os candidatos a uma vitória numa prova do campeonato...ou será que não?
No polo oposto, estão as corridas dos GT2. Mais animado, é impossivel. 3 provas, 3 vencedores diferentes, podiuns diversificados, disputa entre marcas...uma incógnita permanente quanto ao vencedor.
Partindo, mais uma vez, da pole position, a prova de Ricardo Garrido foi pautada pela já habitual liderança confortável, "não passando cartão a ninguém" e, voltando a cruzar a meta no primeiro lugar.
Nas posições imediatas, a animada discussão de posições entre Miguel Machado e Tiago Rodrigues, também já começa a ser um hábito. Desta feita, a vantagem pertenceu ao piloto do Maserati MC12 da TMM, apesar de Rodrigues, no Corvete da Morábia, ter ocupado a 2ª posição durante a maior parte da prova.
Inicialmente 4º classificado, Mário Esteves, no outro Maserati da TMM, viu a sua prova comprometida por uma passagem pelas boxes, logo à 3ª volta da corrida, quando a chuva fez a sua aparição. Mais tarde, ao longo da restante prova, a sua prestação em pista, viria a confirmar a sua prestação nos treinos, deixando no ar uma promessa de mais um pretendente aos lugares cimeiros de cada corrida.
Realce também, para a prestação de Christian Manzini, a fazer uma substituição no Lamborghini da Big Foot que, de ultimo, conseguia recuperar até ao 5º lugar, atrás de Daniel Gaspar, no Corvette da Morábia.
Nos GT2, foi tempo de mais um novo vencedor: Pedro Louro. Mesmo tendo chegado à liderança, "só" nas ultimas 26 das 59 voltas da corrida, o piloto do BMW M3 da MR Corse, esteve sempre integrado no pelotão da frente, subindo gradualmente posições e, acabando por terminar na dianteira mas, com Edenilson Penco, no BMW M3 da Big Foot, "nos seus calcanhares", ele que havia arrancado de 10º e, havia aplicado a mesma tática do vencedor.
No terceiro lugar, voltava a surgir Nuno Martins, no Ferrari da CMS, a provar que a regularidade, num campeonato tão competitivo como este, talvez seja a solução para uma excelente classificação final.
Atrás deste trio, classificaram-se os lideres inicias da corrida e, os dois primeiros da qualificação: Rui Paiva (BMW M3/Playteam) e, Luis Dinis (Porsche 997/Vitamina). Enquanto para Rui Paiva, o seu maior obstáculo talvez tenha sido a falta de experiência (algo que só o tempo ode resolver), já para Dinis, o problema, foi mesmo um desentendimento com os mecânicos que, o obrigaria a duas passagens pelas box..... no entanto, a prestação do autor da pole position, é sinónimo que existe mais um candidato às vitórias nos GT2.
Quem não se deu muito bem com os lastros foram os dois primeiros classificados de Suzuka, Carlos Costa e Pedro O'Connor, com provas mais discretas, principalmente para o piloto da Big Foot, que viria a desistir na sequência de um acidente.
No restante do pelotão......lutas animadas e para todos os gostos, onde nem os chuviscos da parte inicial da corrida, provocaram um abrandamento e emoções.